Regulamento Super Copa e Copinha 2014



Regulamento Super Copa e Copinha 2014
REGULAMENTO GERAL – 11ª SUPER COPA – 7ª COPINHA RÁDIO CATARINENSE – 2014 

CAPÍTULO I – Das Disposições Gerais

Art. 1 . Este regulamento é o conjunto das disposições que regem a 11ª Super Copa e 7ª Copinha Rádio Catarinense 2014, que serão disputados de acordo com este regulamento geral e o regulamento técnico.

Art. 2. Os jogos da 11ª Super Copa e 7ª Copinha Rádio Catarinense têm a Coordenação Geral e Técnica da Comissão de Clubes. A Comissão de Clubes é composta por um representante de cada equipe, assim constituída:
Presidente: Antonio Primo Marchezini – AA Frei Bruno
Secretário: Mauro Martini – Flor da Serra FC
Diretor TécnicoCarlos Roberto Hack

Delegados:

Sandro Slongo – GE Lira,
Osni Santos – União Catanduvense,
Adriano Tessaro – EC Beija-Flor,
Hilário Zanin  - EC São Paulo Itororó de HO
Nelson Sutil Varela – EC União,
Ademir Nunes dos Santos – Flor da Serra FC,
Sergio Bonafe – AA Frei Bruno,
Leonir Fabrin  – SER Alvorada ,
Luis Beber – Estrela Dalva,
Ademar Casagrande – AGN Capinza
Francisco Vancin - EC Navegantes
Irailton de Souza  - Petropolitense EC

Art. 3. A 11ª Super Copa e 7ª Copinha Rádio Catarinense têm como objetivos:
  • Congraçamento das entidades participantes;
  • Formação do caráter, do espírito de equipe e respeito às normas;
  • Proporcionar saúde e lazer através da prática do futebol.

Art. 4. Os jogos da 11ª Super Copa e 7ª Copinha Rádio Catarinense terão início dia 22 de fevereiro de 2014 com jogo de abertura entre a equipe AA Frei Bruno (Campeão do último torneio) e AGN de Capinzal, na cidade de Joaçaba

Art. 5. Os dirigentes, técnicos e atletas participantes da 11ª Super Copa e 7ª Copinha Rádio Catarinense serão considerados conhecedores da legislação desportiva, das regras e dos seus regulamentos e a eles se submeterão.

Art. 6. A Comissão Disciplinar – CD, se baseará no Código de Justiça Desportivo de Santa Catarina – CJD/SC,    neste regulamento geral e no regulamento técnico. Nos casos omissos ao CJD/SC, a procuradoria e os auditores se basearão no CBJD – Código Brasileiro de Justiça Desportiva.


Capítulo II – Da Inscrição, Participação e Substituição de Atletas

Art. 7. Cada equipe poderá inscrever o número máximo de 30 atletas em ambas as categorias (Supercopa e copinha). O número mínimo de inscrição será de 18 atletas.
             Parágrafo único – Não será permitida, sob qualquer hipótese a substituição de atletas regularmente inscritos, e o atleta que tiver inscrição em duas ou mais equipes será eliminado da competição, sem que o Clube seja prejudicado no nº de inscrição de atletas, mediante autorização do Presidente da Comissão de Clubes.

                   Art. 8.  A relação nominal de atletas da categoria adulta  deverá conter  nome legível , as assinaturas dos atletas e o nº do documento identidade . A ficha de inscrição da Copinha deverá constar também a data de nascimento dos atletas. Os atletas da Super Copa devem votar(emissão do título até dia 14 de fevereiro de 2014) nos municípios da 7ª SDR - Secretaria de Estado do Desenvolvimento Regional  de Joaçaba, a saber:  Joaçaba, Água Doce, Capinzal, Catanduvas, Erval Velho, Herval d’Oeste, Ibicaré, Jaborá, Lacerdópolis, Luzerna, Outro, Treze Tílias e Vargem Bonita, podendo cada equipe inscrever no máximo cinco atletas que não votam nos municípios da 7ª SDR . Os atletas da copinha devem estudar ou residir nos municípios da 7ª SDR - Secretaria de Estado do Desenvolvimento Regional  de Joaçaba, a saber:  Joaçaba, Água Doce, Capinzal, Catanduvas, Erval Velho, Herval d’Oeste, Ibicaré, Jaborá, Lacerdópolis, Luzerna, Outro, Treze Tílias e Vargem Bonita, podendo cada equipe inscrever no máximo cinco atletas que  não residem ou estudem nos municípios da 7ª SDR. As equipes são responsáveis pela exatidão das informações.

            §  1º  --  O pedido inicial de inscrição deverá ser protocolado até 14.02.2014  ,às 17:00 horas junto à secretaria da Rádio Catarinense   O pedido deverá vir acompanhado da relação nominal dos atletas e da taxa de inscrição no valor de R$ 120,00 (cento de vinte reais)  O prazo final para inscrição de atletas  será dia 09 de abril de 2014 junto a Comissão de Clubes.

            §  2º  --  O pedido de inscrição de novos atletas para completar o limite máximo de 30 em ambas as categorias  deverá ser efetuado até as 20:00 horas  da quinta-feira que antecede a rodada que a equipe estará participando. A inscrição deverá ser feita via email (mauromartini5@yahoo.com.br)  constando o nome do atleta, , número de identidade e data de nascimento.
§   3°  --  O pedido de inscrição deverá ser acompanhado pela quantia de R$ 120,00 (cento e vinte reais), a fim de custear despesas junto aos trabalhos da Comissão Disciplinar e de Secretaria da Comissão de Clubes.
§   4º - Não poderão participar da competição atletas registrados em Federações como atleta profissional de futebol. Se o atleta for federado é necessário dar baixa na carteira profissional junto a Federação na qual está registrado.
  
Capítulo IV – Da Super Copa Rádio Catarinense 2014

          Art. 9. A  competição Super Copa e Copinha Rádio Catarinense – 2014 terá doze equipes: AA Frei Bruno, EC Beija-Flor, EC, Estrela D´Alva, Flor da Serra FC, União Catanduvense, EC União, AGN Capinzal, GE Lira e SER Alvorada, EC Navegantes, São Paulo de Itororó e Petropolitense ( as últimas três são as classificadas da Etapa Seletiva 2013).

Capítulo V – Do Congresso Técnico

          Art. 10. As equipes participantes da 11ª Super Copa e 7ª Copinha Rádio Catarinense reuniram-se em Congresso Técnico no dia 13 de janeiro de 2014, para sorteio das chaves, assuntos de ordem geral e apresentação do Regulamento Geral e Técnico da Competição. Os três primeiros lugares da Supercopa 2014 serão cabeças-de-chave para 2015.
  
Capítulo VI – Da Arbitragem

          Art. 11. A arbitragem da 11ª Super Copa e 7ª Copinha Rádio Catarinense será de  responsabilidade da ARAMOC. A escala de arbitragem será de responsabilidade do Coordenador desta respectiva Associação.

Capítulo VII – Das Disputas

          Art. 12. A competição será realizada nas datas, horários e locais determinados pela Comissão de Clubes, conforme Congresso Técnico. A  inversão do mando de campo ou mudança de datas ou horários só é possível por acordo firmado por escrito entre as 02 (duas) equipes interessadas e homologado pela Comissão de Clubes, onde verificará a inexistência de prejuízo a terceiros.

Capítulo VIII – Das Penalidades

          Art. 13. A Comissão Disciplinar analisará os relatórios encaminhados pelo Presidente da Comissão de Clubes, e dará seu parecer.

          Art. 14. As equipes podem apresentar queixas, recurso ou denúncia diretamente junto à presidência da Comissão Disciplinar, por escrito, em duas vias, acompanhado das provas que se pretende produzir, assinada pelo representante legal da entidade, no prazo de 48 horas após o término do fato gerador,anexando R$200,00 (duzentos reais em espécie). A equipe que obtiver ganho de causa receberá a quantia entregue.


Capítulo IX – Das Disposições Técnicas

Art. 15. O sistema de disputa é definido de acordo com o número de equipes participantes, conforme o Regulamento Técnico e aprovado em Congresso Técnico, homologado pela Comissão de Clubes.
  
Capítulo X – Das Disposições Transitórias

Art. 16. A Comissão de Clubes poderá homenagear autoridades governamentais, empresariais e desportivas, colocando seus nomes nos troféus, mediante aprovação em Assembleia.

Capítulo XI – Das Disposições Finais


Art. 17. Os casos não previstos neste regulamento serão resolvidos pela Comissão de Clubes.

Art. 18. Este regulamento geral é elaborado pela Comissão de Clubes.

                   COMISSÃO DE CLUBES
Presidente: Antonio Primo Marchezini – AA Frei Bruno
Secretário: Mauro Martini – Flor da Serra FC
Diretor TécnicoCarlos Roberto Hack

Delegados:

Sandro Slongo – GE Lira,
Osni Santos – União Catanduvense,
Adriano Tessaro – EC Beija-Flor,
Hilário Zanin  - EC São Paulo Itororó de HO
Nelson Sutil Varela – EC União,
Ademir Nunes dos Santos – Flor da Serra FC,
Sergio Bonafe – AA Frei Bruno,
Leonir Fabrin  – SER Alvorada ,
Luis Beber – Estrela Dalva,
Ademar Casagrande – AGN Capinzal
Francisco Vancin - EC Navegantes
Irailton de Souza  - Pretopolitense EC
                  


                   REGULAMENTO TÉCNICO – 11ª Super Copa e 7ª Copinha Rádio Catarinense
  
CAPÍTULO I – Dos Atletas

          Art. 01. As equipes devem encaminhar a documentação dos atletas em condições para jogar, 15 (quinze) minutos antes de iniciar o jogo.
          Art. 02. Até 15 (quinze) minutos antes da hora marcada para o início da partida, os atletas de cada equipe disputante deverão assinar a súmula, após se identificarem individualmente perante o Mesário, mediante a exibição do documento de identificação (Carteira de Identidade Original, ou Carteira de Motorista – (modelo novo) ou Carteira Profissional original com foto.
          Art. 03. A relação de atletas entregue pelo clube antes da assinatura da súmula não habilitará o atleta ausente assinar a súmula posteriormente. Uma vez iniciado o jogo, não será mais permitida a assinatura na súmula.
          Art. 04. Os atletas das equipes utilizarão uniformes que serão, preferencialmente para as equipes que iniciarem a partida, de 01 (um) a 11 (onze), e para os suplentes de 12 (doze) a 20  (vinte) para a equipe adulta e de 12 (doze) a 20 (vinte) para a Copinha, respeitando-se o disposto de regulamentação do uso de propaganda e publicidade em uniforme.
          Art. 05. Nenhuma partida terá início sem a presença de pelo menos 07 (sete) atletas de cada equipe, que tenham assinado a súmula.
Art. 06. O árbitro interromperá a partida, se qualquer das equipes ficar com menos de 07 (sete) atletas.
          Art. 07. Caso ficar comprovado que atletas de uma mesma equipe simularem contusões ou provocarem acintosamente a própria expulsão para impedir o prosseguimento da partida em face do número reduzido de atletas, será excluído da competição, mantidos os resultados dos jogos anteriores.
          Art. 08. Na hipótese prevista no “caput” do Art. 11, o árbitro aguardará até 20 (vinte) minutos após o horário previsto para o início da partida, e, permanecendo a situação, considerará SUSPENSA a partida.
          Art. 09. Na interrupção prevista no Art. 1, o árbitro aguardará até 15 (quinze) minutos, e, permanecendo a situação, suspenderá a partida.
          Art. 10. Em qualquer destas hipóteses, haverá julgamento pela Comissão Disciplinar, com objetivo de evitar a desmoralização da competição.
 CAPÍTULO II – Das Substituições e relação de atletas para o jogo

          Art. 11. Em uma partida  poderão ser substituídos 07 (sete) atletas para a Super Copa e 09  (nove) para a Copinha, não podendo o atleta substituído voltar a partida, nem permanecer junto ao banco de reservas ou dentro do alambrado.
          §  1° Poderão ser relacionados até cinco atletas da copinha no jogo da partida adulta, desde que o atleta não tenha sido suspenso na copinha na mesma rodada.
          Art. 12. Poderão permanecer no banco de reservas de cada equipe: no máximo 09 (nove) atletas para a Super Copa, no máximo 09 (nove) atletas para a Copinha  devidamente uniformizados, 01 (um) médico (com CRM), 01 (um) técnico, 01 (um) massagista e 01 (um) auxiliar técnico.


CAPÍTULO III – Do Sistema De Disputa

Art. 13. Conforme congresso técnico realizado no dia 13 de janeiro de 2014, definiu-se pela forma de disputa com quatro fases, a saber:

Parágrafo Primeiro: Na Primeira Fase as equipes foram divididas em 03 (três) chaves, A e B e C com quatro equipes em cada chave.

·         AA Frei Bruno, Flor  da Serra FC e EC Beija Flor aparecem como cabeças de chave de acordo com a classificação da Super Copa  em 2013 . Em 2015 os três primeiros de 2014 serão cabeças-de-chave.

Chave A:  Frei Bruno, AGN, União HO e Petropolitense

Chave B: Flor da Serra, Lira, Avorada e Navegantes

Chave C: EC Beija-Flor, Estrela Dalva, Itororó e União Catanduvense.

 Na primeira fase as equipes jogarão entre si, dentro da chave em turno e returno. Classificam-se para a próxima fase (quartas de final) as duas  equipes com melhor classificação em cada chave e as duas equipes que se classificaram em terceiro lugar nas chaves  com melhor índice técnico
Critérios de classificação na primeira fase:
     a) maior número de pontos ganhos;
     b) confronto direto (quando for entre duas equipes)
     c) menor número de gols sofridos
     d) maior número de gols marcados
     e) sorteio

Na primeira fase as duas equipes com pior classificação, independente das chaves,  serão rebaixadas, podendo as mesmas participar da Seletiva (2ª divisão) no segundo semestre de 2014. Para o rebaixamento seguem os seguintes critérios:
     a) menor número de pontos ganhos;
     b) confronto direto (quando for entre duas equipes)
     c) maior número de gols sofridos
     d) menor número de gols marcados
e) sorteio

Parágrafo Segundo: Na Fase Quartas de Final, serão formadas quatro chaves de duas equipes , que segue:
Chave C = 1º classificado da chave A  X melhor terceiro colocado
Chave D = 1º classificado da chave B  X 2º melhor terceiro colocado
Chave E = 1º classificado da chave C  X  pior segundo colocado
Chave F = 1º melhor segundo colocado  X 2º melhor segundo colocado

      As equipes jogarão em turno e returno, no sistema de mata-mata, com igualdade de condições, sendo que o jogo de volta será realizado no Estádio da equipe melhor classificada na primeira fase: a) maior número de pontos ganhos;
     b) confronto direto (quando for entre duas equipes);
     c) menor número de gols sofridos;
     d) maior número de gols marcados e,
     e) sorteio
Serão obedecidos os seguintes critérios para a equipe se classificar para a fase semifinal:
     a) maior número de pontos ganhos
     b) maior saldo de gols
     c) maior número de gols marcados na casa do adversário
     d) pênaltis

Nesta fase para a competição da  Copinha, os jogos serão estabelecidos pela Comissão de Clubes, levando em consideração os mandos de campo da equipe adulta, caso também tenha obtido a classificação.

Parágrafo Terceiro: Na Fase Semi Final, será realizado o cruzamento como segue:
Classificado Chave C X Classificado Chave D
Classificado Chave E X Classificado Chave F
As equipes jogarão em turno e returno, no sistema de mata-mata, com igualdade de condições, sendo que o jogo de volta será realizado no Estádio da equipe melhor classificada na primeira fase. Serão obedecidos os seguintes critérios para a equipe se classificar para a fase final:
     a) maior número de pontos ganhos
     b) maior saldo de gols
     c) maior número de gols marcados na casa do adversário
     d) pênaltis

Nesta fase para a competição da  Copinha, os jogos serão estabelecidos pela Comissão de Clubes, levando em consideração os mandos de campo da equipe principal, caso também tenha obtido a classificação.

Parágrafo Quarto: Na Fase Final, será realizado o cruzamento entre as duas equipes classificadas na fase anterior: As equipes jogarão em turno e returno, no sistema de mata-mata, com igualdade de condições, sendo que o jogo de volta será realizado no Estádio da equipe melhor classificada na primeira fase. Serão obedecidos os seguintes critérios para a equipe se sagrar campeã do torneio:
     a) maior número de pontos ganhos
     b) maior saldo de gols
     c) maior número de gols marcados na casa do adversário
d) pênaltis.

Nesta fase para a competição da  Copinha, os jogos serão realizados nos estádios onde acontecerão as partidas finais da equipe principal.

CAPÍTULO IV – Dos Jogos 

                   Art. 14. A duração dos jogos é de acordo com a regra oficial da modalidade para a Super Copa e 30 minutos de cada período (tempo) para a Copinha.
          Art. 15. A equipe mandante deverá providenciar três bolas em condições de jogo, deixando junto ao mesário até o final da partida.
          Art. 16. Os jogos na primeira fase terão início às 14:15 horas para a Copinha e 16:00 para a Super Copa (exceto o Jogo de abertura da competição). Nas demais fases, a Comissão de Clubes definirá o início dos jogos através de resolução).  As equipes devem se apresentar para jogar 15 minutos antes do horário previsto.
          Art. 17. As equipes devem respeitar rigorosamente os horários de início dos jogos, em respeito aos torcedores e a imprensa que faz a cobertura dos jogos.
          Art. 18. O limite de idade para a Copinha é atletas nascidos a partir de 1998.
          Art. 19. A não apresentação da equipe na copinha, caracterizará  a eliminação na competição  também da equipe na Super Copa.
          Art. 20. O início da competição será dia 22 de janeiro de 2014 e término previsto para 25 de maio de 2014. Os jogos acontecerão nos sábados e domingos conforme programação homologada pela comissão de clubes
.

CAPÍTULO V – Do Local Dos Jogos
  
          Art. 21. Os jogos serão realizados nos estádios indicados pelas equipes com aval da Comissão de Cubes.
          Art. 22. As equipes deverão apresentar, para cada partida ( Super Copa) segurança: Preferência Militar (mínimo dois); privada registrada (mínimo três pessoas); a fim de garantir a segurança e integridade física da arbitragem, atletas,  clubes visitantes e demais presentes. Sem a apresentação a segurança referida a equipe de arbitragem está orientada para não iniciar as partidas.
          Art. 23. Por motivos justificáveis, poderá a Comissão de Clubes adiar ou antecipar a realização da partida, desde que obedecido o intervalo mínimo previsto pela Legislação Desportiva, e acordo firmado por escrito entre as 02 (duas) equipes interessadas, e homologado pela Comissão de Clubes
          Art. 24. A suspensão, interdição da praça de desporto e a perda de mando de campo implicam na determinação, pela Comissão de Clubes, de outro estádio para a disputa da partida em que o penado seja o mandante, enquanto durar a penalidade.
Parágrafo único - A Comissão de Clubes, nas hipóteses do “caput” deste artigo, designará obrigatoriamente, estádio localizado fora dos municípios das sedes do apenado e de seu respectivo adversário cabendo ao apenado ressarcimento de todas as despesas.
          Art. 25. A equipe que tiver o mando do campo deverá:
   a) Providenciar, com antecedência, marcação do campo de jogo, que deverá obedecer, rigorosamente, as condições do item II da regra I, bem como, colocação das redes nas metas.
         b) Manter no local da partida, até o seu final, 03 (três) bolas em condições de jogo;
         c) Manter junto ao mesário, plaquetas numeradas para comunicar a substituição dos atletas;
         d) Assegurar condições para troca de uniforme da equipe visitante;
         e) Cumprir e fazer cumprir as determinações emanadas da Comissão de Clubes, quanto a
limitação de pessoas no campo de jogo, permitindo o acesso exclusivamente de credenciados;
f) Providenciar para que todas as pessoas não credenciadas deixem o campo de jogo, antes do seu início;
g) Observar que no local destinado ao banco de reservas, só poderão estar, além dos jogadores suplentes  devidamente uniformizados, o médico, o massagista, o técnico e o   auxiliar-técnico;
h) Providenciar a segurança conforme artigo 22..
i) Manter no local da partida, até o seu final, o material e/ou equipamento de primeiros socorros abaixo relacionados:
1 – Maleta com medicamentos para os primeiros socorros, e,
2 – Maca portátil de campanha.

                   Art. 26. A casamata deve oferecer toda segurança e encontrar-se longe do contato direto com a torcida.
           Art. 27. Os maqueiros e os gandulas devem estar uniformizados. Receberão instrução do árbitro para o desempenho de suas funções.
          Art. 28. É terminantemente proibida a entrada no estádio de fogos de artifícios e buzinas de ar comprimido, ficando a equipe mandante do jogo responsável pelo cumprimento destas medidas.
          Art. 29. A venda de bebida que não estejam acondicionadas em vasilhame plástico ou de papelão, é de responsabilidade da equipe mandante do jogo.

CAPÍTULO VI – Da Contagem de Pontos e Critérios de Desempate

                   Art. 30. O Campeonato obedecerá ao sistema de pontos ganhos, de acordo com os seguintes critérios:
         I – Vitória – 03 (três) pontos
         II – Empate – 01 (um) ponto
         III – Derrota – 00 (zero) ponto
          Art. 31. Os desempates serão efetivados com a aplicação dos critérios técnicos próprios da classificação a ser realizada, previsto em cada fase (previstos no art.13).
         Parágrafo único  --  Os critérios de índices técnicos serão aplicados sempre na ordem enunciada, se aplicando um a um e em sequência.
  
CAPÍTULO VII – Do Adiamento, Interrupção, Suspensão da Partida e da Ausência de Equipe

          Art. 32. Qualquer partida, em virtude de mau tempo, ou por motivo de força maior, poderá ser adiada pela Comissão de Clubes, desde que o faça até 03 (três) horas antes do horário previsto para o seu início, com divulgação pelas rádios locais e regionais.
    §  1° - Findo o prazo previsto no “caput” deste artigo, somente ao árbitro  caberá a decisão sobre o adiantamento da partida devendo relatar na Súmula as razões de sua decisão.
§  2º - Decidido o adiantamento deverão ser informados a Comissão de Clubes, as  equipes e a arbitragem.
         Art. 33. O árbitro é a única autoridade competente para decidir, por motivo relevante ou de força maior, a interrupção ou suspensão da partida, devendo relatar a causa dentro do prazo específico em relatório circunstanciado.
§  1° - Além do previsto nos artigos 05, 06, 07, 08 e 09, uma partida só será interrompida pelos seguintes motivos:
                   A – Falta de segurança;
                   B – Conflito ou distúrbio grave;
                   C – Mau estado do campo, e,
                   D – Falta de iluminação adequada.
§ 2° - Interrompida a partida, o árbitro aguardará, quando possível, até 30 (trinta) minutos pela cessação da causa para decidir sobre a seqüência ou suspensão.
          Art. 34. Os documentos da partida suspensa, exceto por mau estado do campo provocado pela natureza, serão obrigatoriamente encaminhados a Comissão Disciplinar, que julgará as causas da suspensão.
          Art. 35. Se na partida suspensa por qualquer motivo não houver penalidade de perda de pontos, será ela novamente realizada, salvo se a suspensão se deu 15 (quinze) minutos finais, caso em que será considerada encerrada mantendo-se o escore prevalecente no momento da suspensão.
          Art. 36. Só poderão participar, quando for caso de nova partida, o atleta que tinha condição de jogo na data da partida suspensa ou anulada e que tenha condições de jogo na data da nova partida, e desde que não haja sido expulso na partida suspensa ou anulada.
          Parágrafo único  --  Para os efeitos disciplinares, serão considerados os cartões amarelo (advertência) e o vermelho (expulsão) aplicados em partida suspensa ou anulada. 
          Art. 37. A equipe que não comparecer a uma partida, ressalvado por motivo de força maior, será considerada desistente da competição, sendo considerada ausente, caracterizando WXO (Art.203 do CJD/SC).
          § 1º  - A justificativa deverá ser comunicada e comprovada dentro de 48 (quarenta e oito) horas seguintes e previstas para o início da partida e será julgado pela Comissão Disciplinar.
          §  2° - Enquadrar-se-á nos parágrafos deste artigo a equipe que comunicar ou solicitar sua desistência.
  
CAPÍTULO VIII – Da Infração e Penalidades

          Art. 38. A Comissão Disciplinar, na hipótese de prevista nos Artigos 05, 06, 07, 08 e 09 aplicará o seguinte resultado punitivo ao infrator:
A – Se não iniciada, 1 x 0 (um a zero) para a equipe regularmente presente;
         B – Se interrompida, 1 x 0 (um a zero) para a equipe com número regular, ou o escore prevalecendo no momento se ela era a vencedora;
         C – Declaração de perdedoras por 1 x 0 ( um a zero), se ambas as equipes não se apresentarem ou ficarem reduzidas a menos de 07 (sete) atletas.
         § 1º – Se em face do previsto nas alíneas do “caput” deste artigo, qualquer das equipes integrantes da competição sofrer prejuízo real, a partida será considerada anulada, respeitando o disposto nos parágrafos seguintes e julgamento pela Comissão Disciplinar.
                   § 2° – Não se aplica o parágrafo anterior se a anulação trouxer prejuízo ao não infrator, disputante da partida, ou se beneficiar o infrator.
                   § 3º – Considera-se prejuízo real o resultado que elimine a possibilidade de uma equipe vir a obter classificação que lhe dê  título ou proporcione qualquer vantagem prevista no regulamento da competição.
          Art. 39. Os atletas, dirigentes, ou equipes de trabalho, que agredirem companheiros de equipe, adversários, árbitros, assistentes ou representantes da Comissão de Clubes, e de cuja agressão causar hematomas comprovados em exame de corpo de delito devidamente identificado pelo médico, sofrerá o agressor a pena de eliminação da competição e dos próximos anos, conforme julgamento da Comissão Disciplinar.
          Art. 40. A invasão de campo, que venha a comprometer o bom desenvolvimento do jogo, ou que esta traga ameaças aos atletas visitantes, dirigentes, árbitros, assistentes ou representantes, sofrerá o clube mandante a perda do mando de campo do jogo seguinte.
          Art. 41. O clube ausente ao jogo determinado pela tabela, e não justificando a sua ausência, por escrito, em 72 (setenta e duas) horas após o horário final do jogo, será considerado desistente da competição.
          Art. 42. As infrações disciplinares serão processadas e julgadas pela Comissão Disciplinar de acordo com o CJD/SC, do regulamento geral e deste regulamento técnico.
          Parágrafo único - O dirigente expulso do banco de reservas ficará suspenso automaticamente por 01 (um) jogo, sendo que este não poderá  ser substituído.
Art. 43. Cartões e penalizações:
1.   03 (três) amarelos – 01 (um) jogo;
2.   01 (um) vermelho – 01 (um) jogo.
§  1°  --  Atletas suspensos pela Comissão Disciplinar deverão cumprir as suspensões impostas. Os apenamentos estão disponíveis no blog da Comissão de Clubes.
§  2° - o controle de cartões é de inteira responsabilidade da equipe.
          Art. 44. A penalidade de perda de pontos de uma equipe implica no escore  de  1 X 0 (um a zero) a favor de seu adversário, para todos os efeitos deste regulamento.
          Art. 45. Em caso de perda de mando de campo, a equipe apenada assume a obrigação de indenizar os danos que ocorrerem no estádio designado para a realização da partida em que for mandante.
            §  1° - Comissão de Clubes designará uma equipe para fazer o levantamento e avaliar os danos que ocorrerem no estádio designado para a realização da partida em que for mandante.
§   2° - O não cumprimento da obrigação, no prazo estipulado, dá o direito à equipe prejudicada de cobrança pela via judicial.
  
                        CAPÍTULO IX – Da Premiação
  
                   Art. 46.  Será a seguinte a premiação da competição:
                      1º lugar – 01 Troféu e medalhas
                      2º lugar – 01 Troféu e medalhas
§ único - Serão premiados também: o artilheiro e o goleiro menos vazado da competição, bem como a equipe mais disciplinada, levando em consideração o número de cartões (média por jogo).
  
CAPÍTULO X – Da Arbitragem

          Art. 47. O árbitro só dará início a uma partida, após verificar, pessoalmente, as assinaturas na súmula, com a apresentação da documentação exigida no art. 02.
          Art. 48. O início da partida só será permitida pela arbitragem quando as medidas de segurança estivem obedecidas.
          Art. 49. Após a realização da partida, o árbitro elaborará a Súmula e seus relatórios técnico e disciplinar, em modelos próprios fornecidos pela Comissão de Clubes,  e os entregará a secretaria da Comissão de Clubes, no primeiro dia útil após a realização da partida.
          Art. 50. Em formulário próprio a equipe de arbitragem deverá responder quesitos de ordem organizacional  e de segurança das praças esportivas em que os jogos serão realizados. Conforme os resultados do relatório a Comissão de Clubes poderá determinar a perda de mando de campo.
          Art. 51. Competirá ao mesário:
          A – Verificar a presença de pessoas não autorizadas junto aos bancos de reserva e no interior do alambrado.
          B – Auxiliar o trio de arbitragem nos procedimentos da partida (substituições; a reposição de bolas não é de responsabilidade do mesário, podendo, contudo, auxiliar nesta atividade).
          Art. 52. O mesário observará a documentação dos atletas, podendo impedir a participação do atleta se os documentos não estiverem legíveis ou em ordem.
          Art. 53. O mesário deverá observar que somente poderá participar os atletas relacionados na súmula do jogo.
          Art. 54. O mesário deverá encaminhar a documentação do jogo, na secretaria da Comissão de Clubes até o primeiro dia útil após a realização da partida, impreterivelmente.
          Art. 55. O mesário encaminhará a súmula do jogo, relatório da arbitragem, súmulas das assinaturas dos atletas e relatório disciplinar contendo a relação dos cartões aplicados pelo árbitro.

 CAPÍTULO XI – Das Disposições Preliminares

                 Art. 56. A  11ª edição da Super Copa e 7ª edição da Copinha Radio Catarinense de futebol amador –edição 2014 será disputado pelos clubes abaixo relacionados, conforme inscrições:

     1. ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA FREI BRUNO - JOAÇABA – SC
     2. BEIJA-FLOR ESPORTE CLUBE – LACERDÓPOLIS – SC
     3. ESPORTE CLUBE PETROPOLITENSE – JOAÇABA
     4. ESPORTE CLUBE UNIÃO – HERVAL D´OESTE – SC
     5. EC SÃO PAULO DE  ITORORÓ – HERVAL D’OESTE – SC
     6. ESTRELA D´ALVA – JABORÁ – SC
     7. FLOR DA SERRA FUTEBOL CLUBE – HERVAL D´OESTE - SC
     8. GREMIO ESPORTIVO LIRA – LACERDÓPOLIS – SC
     9. UNIÃO CATANDUVENSE – CATANDUVAS – SC
     10. E.C. NAVEGANTES – OURO – SC
     11. AGN CAPINZAL – CAPINZAL– SC
     12. SER ALVORADA – JABORÁ – SC

                    CAPÍTULO XII – Disposições Finais
   
                   Art. 57. A solicitação de policiamento ou segurança privada  é de inteira responsabilidade da equipe mandatária da partida.
Art. 58. A troca de uniforme, em caso de coincidência de cores, será da equipe mandante.
          Art. 59. As equipes participantes não poderão recorrer a outras estâncias a fim de recorrer da decisão da comissão disciplinar.
          Art. 60. A Comissão de Clubes estará disponibilizando no blog: www.comissaodeclubes.blospot.com, todas as informações da competição (regulamento, boletins, tabela, resoluções,classificação, fotos,etc.)
Art. 61.  Atleta expulso em último jogo que participou da 11ª. Super Copa e 7ª Copinha Rádio Catarinense, deverá cumprir suspensão na primeira competição promovida pela Comissão de Clubes e que o mesmo atleta estiver inscrito.
          Art. 62. Este Regulamento aprovado pela Comissão de Clubes que organiza a 11ª Super Copa e 7ª Copinha Rádio Catarinense 2014 entrará em vigor nesta data revogada as disposições em contrário.
                        §  1º - Os regulamentos geral e técnico, depois de aprovados, somente poderão ser alterados por decisão unânime dos respectivos participantes e homologada pela Comissão de Clubes.
                        §  2°  --   É de competência da Comissão de Clubes interpretarem este regulamento, zelar por sua execução e resolver casos omissos.


Joaçaba,13 de 2014.


                            COMISSÃO DE CLUBES

Presidente: Antonio Primo Marchezini – AA Frei Bruno
Secretário: Mauro Martini – Flor da Serra FC
Diretor TécnicoCarlos Roberto Hack

Delegados:

Sandro Slongo – GE Lira,
Osni Santos – União Catanduvense,
Adriano Tessaro – EC Beija-Flor,
Hilário Zanin  - EC São Paulo Itororó de HO
Nelson Sutil Varela – EC União,
Ademir Nunes dos Santos – Flor da Serra FC,
Sergio Bonafe – AA Frei Bruno,
Leonir Fabrin  – SER Alvorada ,
Luis Beber – Estrela Dalva,
Ademar Casagrande – AGN Capinzal
Francisco Vancin - EC Navegantes
Irailton de Souza  - Pretopolitense EC